domingo, 13 de abril de 2014

A emoção é tanta que não referi que a chamada foi efectuada de um número privado, mas, pelo pouco que conhecem da minha personalidade facilmente depreendem se colocarem os neurónios a bulir um pouco, não exagerem para não queimarem os fusíveis, que com fácil prontidão desliguei o meu telemóvel. Este episódio remete-me para aquele spot publicitário em que o mais velho dizia para o jovem - vai chamar pai a outro! Neste caso o cenário e as posições do elenco mudam - vai chamar filha a outra! Porque repetidas vezes quem me conhece bem sabe que uma das regras do meu livro pessoal tem como marcador a máxima de que só me faz falta quem está ao meu lado...
Se preferirem TMG... agora em 2012, 15 de Dezembro, um dia depois do nascimento do meu Joãozinho, neto, em homenagem ao meu pai João Magalhães de Carvalho, herói do Mucaba, único valoroso, valente e carismático sobrevivente de uma emboscada durante os conturbados anos 60, em Angola, personagem histórico mencionado no livro do fotojornalista de guerra Horácio Caio "Os Dias do Desespero", ligou-me um desconhecido usando um número de telemóvel a afirmar com veemência assustadora Daniela, sou teu pai...

sábado, 12 de abril de 2014

Eu dou privilégio às pessoas, elas valem pelo que são e não pelo que possuem, e quando a irmã do meu pai, a dracabólica desta fita, me levou a Guimarães a caminho do Arco de Baúlhe, eu engoli uns sapos vivos para não lhe espetar uns tabefes bem amanhados na fronha quando ela me informou com requintada maldade que o meu verdadeiro pai não era o irmão dela mas o dono das têxteis daquela cidade, a saber da tmg que detém a patente americana da LB, eu avisei que a partir de certa altura o meu blog ia ser a doer, numa vertiginosa viagem à procura da verdade...
O que eu pensei entretanto últimamente: há pessoas que veneram o dinheiro como um deus acima de todas as coisas...
Quem sabe? aguardem por mim...eu volto!
Sim, sou uma guerreira princesa com reminiscências do Olimpo, uma deusa que Deus distraídamente deixou cair da sua janela? Com o símbolo do trovão tatuado tatuado nos genes do sangue que corre serenamente nas minhas veias?
A cama de solteira onde durmo, oferta de uma vizinha veio junto com um móvel de três gavetas onde guardo as minhas agendas, cadernos e a roupa interior devidamente alinhada entre sabonetes e saquinhos de alfazema, como fazem as meninas esmeradas e conscientes da sua feminilidade...