sábado, 12 de abril de 2014

Habitualmente recolho da memória as datas e os factos que motivam o conteúdo deste blog e escrevo directamente no computador , mas hoje fugi à normalidade, é sexta-feira 11 e refugiei-me em casa para arrumar as minhas roupas em caixotes, jeans, t-shirts, calções, tops, vestidos, nada de saias, estou a fazer a limpeza da primavera sózinha, não possuo escravos e não me chamo Cleópatra. Aproveitei para ler e decidi escrever tudo o que me fez parar para pensar por estes dias...Guardo a minha roupa em caixotes, porque aproveitando-se da minha ausência em trabalho, em Fonte Arcada, o Cúcú Pop Star, nome porque passará a ser denominado o homossexual - que queria mudar de vida, mas não mudou - e que usando-me e ao nosso casamento como disfarce da sua essência, decidiu que a minha mobília de quarto de casal em castanho, a qual sobrevivera ao meu anterior casamento com o ninja, e adquirida pelos meus pais em dolorosas prestações até perfazerem um total de 2 500 euros, os electrodomésticos e outros móveis, seriam por ele doados sem o meu conhecimento e consentimento, à associação que em quinze dias preparou a sua fuga para a Suiça, onde se encontra há mais de 2 anos numa auto-institucionalização forçada pela covardia em assumir os seus actos. Doação que foi um roubo mascarado de de desprendimento generoso e solidário com causas que se querem nobres, mesmo revelando-se mais tarde que a realidade é sombria, porque é fácil oferecer o que é dos outros, ele que nunca tinha comprado sequer uma cadeira nem durante o tempo de namoro quando já vivíamos juntos, muito menos depois do casamento... 
Durante a semana não foi exequível escrever nos computadores da Biblioteca, dos Shoppings e difícilmente surge a generosidade de um desconhecido com o propósito de ceder despreocupadamente o seu computador por uns vorazes minutos à mesa de um qualquer café.

domingo, 6 de abril de 2014

Amanhã algures num shopping da cidade do Porto voltarei a escrever retomando a minha narrativa num pára arranca incessante mas ao ritmo da minha tranquila respiração não saiam do vosso lugar porque esta viagem ainda tem muitas milhas para devorar...o computador não será meu por enquanto...

Se vivo de zeros e zero também é número é porque sou jovem para ter reforma e não vivo do expediente do rendas como vulgarmente é chamado o subsídio de quem já desistiu de lutar por tudo o que ambiciona enquanto não estiver dentro de quatro tábuas...
O post anterior ficou guardado em rascunho porque o tempo de utilização do computador do shopping expirou, valeu a pena guardar uns dias para mim na companhia daqueles que me amam e eu retribuo...
Amanhã é o dia das mentiras, possívelmente não publicarei mas vou aproveitar para ler 
Algum tempo sem escrever não é decerto por não ter matéria deixei passar o dia das mentiras porque nada me diz...hoje vai ser a doer, se de quando em vez não me lerem por aqui é porque ainda não tenho uma tablet ou portátil vivo de zeros...