Era um domingo à tarde sem surpresas de maior a única diferença é que se avizinhava o natal e cartas de jogo foram colocadas na mesa sem que eu as tivesse convidado sequer pago para o efeito habitual de futurologia duvidosa. Não acreditando pensei que também mal algum pudesse espreitar se aceitasse por simples e pura curiosidade até porque aprecio um belo e elegante jogo de xadrez ainda a cheirar a madeira de boa qualidade com suas figuras bem torneadas por um artesão que faz bom uso da sua criatividade e paciência e não uns toscos e baratos de plástico comprados numa loja de chineses que à primeira de muitas contrariedades e noites perdidas apetece atirar janela fora.
quinta-feira, 6 de março de 2014
quarta-feira, 5 de março de 2014
No registo ódio todos perdem. Não quero descer nessa plataforma para lugares demasiado sombrios mas diverte-me saber que as maldades têm nome e endereço não estão esquecidas nem tão pouco perdoadas e justiça seja feita à palavra escrita ela denuncia como o restolhar das folhas de outono que o mau tempo está para chegar.
terça-feira, 4 de março de 2014
Foi nesse atípico dia que aconteceu o propósito desta narrativa. Quebradas as regras de segurança deixem--se apenas levar pelo sibilar do vento que é de todas a mais bela música que abranda um coração inquieto. Estava escrito em algum lugar que todo o Bem é recompensado e que os sonhos se tornam realidade para quem é esforçado sincero e dedicado e mesmo que todas as forças do mal se reunissem num só lugar não conseguiam quebrantar a coragem dos audazes.
segunda-feira, 3 de março de 2014
De boa massa são feitos aqueles que não se preocupam apenas com o seu particular umbigo e honram-nos com a sua companhia quer nos tranquilos momentos de bonança quer nos dias tempestivos em que o mundo parece cair em cascata sobre a nossa cabeça. Costumo dizer que só me faz falta quem está ao meu lado porque quem tiver muitas faltas no livro de presenças também mais cedo ou mais tarde só vai contar com a minha ausência. Nesse dia que honras faz à liberdade imaginária de um colectivo que se doma brandamente sem dar luta à inércia daqueles que por elevados cargos públicos apenas alimentam o seu ego e as contas bancárias sugando a alma de quem árduamente trabalha o que me faz acreditar que afinal os vampiros existem!
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